Faro apresenta a 18 de junho próximo, pelas 12.00h, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o seu novo Plano Estratégico, valorizando assim a importância do papel futuro de todas as diversas entidades públicas, privadas e associativas do concelho, para a boa concretização das suas propostas.
Após mais de um ano de seminários, reuniões, entrevistas, inquéritos on-line e análise de muitos documentos, o Município de Faro apresenta-o enquanto instrumento orientado para o desenvolvimento do concelho no horizonte de 2025, tendo em consideração que o último Plano Estratégico de Faro, datado de 1996, carecia de ajustamentos, designadamente, no que se referia à definição de novas políticas de desenvolvimento para o concelho.
As Apostas nele contidas apontam para a necessidade de tornar o território mais atrativo, favorecer o aparecimento de novas empresas que aumentem a oferta de postos de trabalho, bem como garantir a concretização de todas as iniciativas que contribuam para a melhoria do nível e da qualidade de vida no concelho, como forma de se assegurar o futuro dos seus residentes.
É assim que os seus principais Objetivos Estratégicos são :
(i) tornar o território mais competitivo e acolhedor.
(ii) atrair novos residentes pela criação de postos de trabalho mais qualificados e centrados na iniciativa privada.
(iii) assegurar melhores condições de vida, tornando Faro um concelho onde sabe bem viver.
(iv) potenciar o uso dos nossos recursos de forma sustentável.
O documento apresenta ainda como Eixos de Desenvolvimento: “promover uma gestão local em rede, integrada”, comprometida com o futuro e próxima dos cidadãos,” valorizar o ambiente, bem como a coesão social e a cooperação institucional”, e ainda “ desenvolver o conhecimento para a competitividade e a inovação”.
De acordo com o próprio documento “… este novo Plano Estratégico para Faro deverá pois ser encarado como uma plataforma de interligação e de orientação na atuação individual e coletiva por parte das mais diversas entidades públicas, privadas e associativas, as quais, defende-se, deverão estimular atitudes claras e concretas em prol de uma atuação cada vez mais responsável no domínio dos principais eixos ligados ao desenvolvimento sustentável.”
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