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Lançamento do livro “A Profecia” de António Costeira com exposição de Victor Costa na ASCA | 2 de julho

A ASCA – Associação Social e Cultural de Almancil é uma associação que se orgulha dos eventos culturais e do serviço que tem prestado à população ao longo da sua existência. Desta vez, apadrinha o aparecimento de um novo autor – António Costeira – com o lançamento do seu primeiro romance “A Profecia” que, de uma forma inovadora, apresenta o livro com o conhecido artista plástico Victor Costa, autor da capa do mesmo e que fará também uma exposição da sua obra no Centro Comunitário de Almancil no dia 2 de julho, pelas 18 horas.

A apresentação estará a cargo de Jorge Magalhães, arquiteto e escritor, autor de “As Aventuras e Desventuras de Um Tal de Judas de Queriote”, entre outros.

António Costeira: “Dizia um pensador que não consigo identificar, que todos temos dentro de nós um livro que um dia haveremos de escrever. Nasci em Angola mas o destino poupou-me ao drama dos anos 70. Em Coimbra desde 1968, completei o ensino pré-universitário e entrei na vida profissional. Aprendi com o meu pai os segredos da sua profissão – que fiz minha – e com a minha mãe, professora e mulher de cultura, a soltar os escritos que jaziam adormecidos. Ao rebuscar por entre os pertences deixados por minha mãe, encontrei um conto infantil por ela escrito que fez emergir a veia literária que há muito procurava romper as fronteiras da minha vocação”.

António Costeira é o mais recente autor a aventurar-se pelos meandros da literatura fantástica com uma nova Profecia, que promete enfeitiçar o coração dos portugueses com magia e superstição.

O escritor estreou-se no mercado da literatura nacional com a sua obra “A Profecia“, que vai beber às mesmas fontes aonde “O Senhor dos Anéis“, “Harry Potter” e a “Guerra dos Tronos” se forjaram, sendo que o seu impulso originário resida num particular conto infantil redigido por sua mãe. O autor dos arredores de Coimbra, que recentemente completou 59 anos, pretende dar assim um novo impulso ao estagnado segmento da literatura mais fantasiosa e mística em Portugal, oferecendo aos leitores um novo universo mitológico de beleza natural e animal, repleto de crença e valor humano. Na verdade, “A Profecia” reúne os melhores elementos do fantástico medieval e sobrenatural, fundindo-os com alguns elementos reais, numa aventura de exploração e encantamento que, certamente, nos irá tocar com palavras sábias dotadas de um élan arrebatador.

É uma proposta altamente recomendada para os fãs deste género de literatura que apela ao nosso imaginário mais pueril, e para vos aguçar ainda mais o apetite, deixamos-vos com a belíssima ilustração da capa do livro da autoria do renomeado caricaturista de Coimbra (Vítor Costa), com prefácio do ilustre professor universitário, físico e ensaísta (Carlos Fiolhais).

Victor Costa, natural de Coimbra, cresceu em Almalaguês onde cedo despertou para a pintura. Começou a encarar as artes plásticas como forma de expressão em 1980. Desenvolve e participa regularmente em Workshops de Pintura, de Musicoterapia e Científico e Manifestações Artísticas Públicas. Premiado a nível nacional e internacional, está representado em coleções privadas e públicas, em Portugal e no estrangeiro.

SINOPSE

Naur´Can

Num passado muito distante, a harmonia da vida trazida à terra pela benevolência dos deuses sob a forma do Livro das Runas, é posta em causa quando a soberba de Davdak, meio homem, meio elfo, exige o Livro só para si. Com o equilíbrio da natureza alterado, e o Livro Sagrado perdido, uma catastrófica ira da natureza e dos deuses envia Naur’Can, a bela capital de Alagosadhar, para as profundezas das areias do deserto, provocando o êxodo do povo para sul em busca do restabelecimento perdido.

Para trás, ficam centenas de anos de existência próspera e pacífica, mas também a esperança, fundamentada numa Profecia que Angolon, o mais sábio dos Dragões, forjou:

«O inverno do mundo será longo. Um dia o Livro abrir-se-á e de um futuro distante virá o Guerreiro que o beijo dos deuses abençoou. Juntos trarão o equilíbrio perdido em Naur’Can»

Angolon ofereceu à humanidade três ovos de Dragão: um para os elfos, um para os Anões, e outro ainda para os homens. Astrid, a sábia maga que durante anos soubera dar bom uso aos ensinamentos do Livro das Runas, soube também distribuir os mágicos ovos de Dragão pelos três povos, juntamente com a Profecia para a qual todos se deviam preparar.

Mas Davdak não desistira ainda de recuperar o Livro das Runas e acrescentara à sua ambição, como vingança do exílio a que fora votado, o domínio absoluto de todos os povos. Depois de centenas de anos a preparar-se, encontrou no reino dos homens terreno fértil e o momento ideal para retomar a sua ambição, fazendo despertar a Profecia.

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