A estrutura local da Juventude Socialista lançou o repto e já é conhecida uma parte da história do desaparecimento da viatura ao serviço da presidência da Câmara Municipal. Mas nem tudo ainda foi esclarecido. Nem tão-pouco o edil Rui André informou os órgãos municipais – Câmara e Assembleia. O que se soube foi apenas o que o autarca do PSD disse a um jornal que o terá questionado sobre o assunto na sequência da denúncia que a JS fez.
A JS retoma o assunto e quer mais esclarecimentos, divulgando a seguinte nota à impressa:
ESTARÁ VIVO. NÃO SE SABE EM QUE ESTADO. FOI UM CÃO QUE O “AFASTOU”!
Pouco tempo depois de termos lançado o desafio para se encontrar a viatura municipal ao serviço da presidência de Monchique, a comunicação social já conseguiu deslindar uma pequena parte do caso. Ficamos a saber, que afinal, a viatura em questão não está desaparecida, mas sim a reparar depois de ter sofrido um pequeno acidente de viação.
No entanto ainda não ficamos a saber a história completa, porque o Sr. Presidente da Câmara de Monchique decidiu responder como quis e a quem quis, através da comunicação social (o que é lamentável), mas não deu qualquer informação do sucedido ao órgão da Câmara Municipal ou Assembleia Municipal, uma vez que se trata de uma viatura municipal e não pessoal. Há aqui questões pertinentes e que devem ser feitas:
Quando, dia e hora, e onde foi o acidente? A polícia esteve no local? Foi accionada a assistência em viagem? Quais são efectivamente os estragos na viatura? Que custos terá? A reparação continua demorada? O animal em questão era um cão? Era um animal errante ou tinha dono? Ou terá sido “cadela”?
Importa ainda dizer o seguinte: a JS Monchique não fez nem faz qualquer aproveitamento político nem do acidente em questão nem do uso abusivo da dita viatura. A JS Monchique quis, apenas e somente, saber o paradeiro da viatura. Lamentamos profundamente a memória curta e selectiva do Sr. Presidente Rui André, que em tempos passados, quando ele era oposição, muito se preocupava com o uso abusivo da viatura municipal e que proferia tantas palavras de ordem como «Se conduzir uma Câmara, não beba!», e que agora, seja ele a protagonizar como certo o que ele dizia errado.
Aproveitamos o ensejo – como somos pessoas de palavra e porque nem sempre é fácil o acesso à comunicação social por parte da oposição -, para pedir ao jornal que quase deslindou este caso, que entre em contacto connosco para que lhe possamos entregar a recompensa (jsmonchique@gmail.com).
Por: PS Monchique
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