Algarve

NERA promove formações | 5346 empresas portuguesas são hoje mais competitivas graças ao Emprego Mais Digital

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal lançou, em 2021, o projeto Emprego Mais Digital, uma iniciativa nacional de aceleração digital que prepara as pessoas e as empresas para o futuro do trabalho. Desenhado em parceria com o Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP) e com a Estrutura de Missão Portugal Digital (EMPD), e dinamizado pela rede de associações empresariais da CIP, tem por objetivo a qualificação e requalificação de trabalhadores ativos para a aquisição de competências digitais.  

O Emprego Mais Digital vem rechear o panorama formativo português de muitos “Mais”. É o mais completo, mais adaptado, mais próximo e mais acessível parceiro de formação, identificando as necessidades de digitalização de cada indústria/setor, adaptando o conteúdo formativo e monitorizando o progresso.

O programa de formação desenvolvido no âmbito do Emprego Mais Digital promove a inovação, na articulação de respostas formativas que favoreçam um ajuste mais rápido entre a oferta e a procura de competências e qualificações do mercado de trabalho na área digital. Incrementando as competências digitais, promove a (re)qualificação e inclusão digital das pessoas, minimizando o impacto da automação no mercado de trabalho.

Até ao final do ano de 2021, o programa formou 12.148 trabalhadores de 5.346 empresas, ao longo de 740 ações de formação. O que significa, sobretudo para as empresas e trabalhadores impactados, mais competitividade, atualização e preparação para a evolução da tecnologia e dos mercados de trabalho. Até abril de 2022, o programa prevê atingir a meta dos 23.500 formandos, para que Portugal possa ser “Mais” no presente e melhor no futuro

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal representa, diretamente e através da sua rede associativa, mais de 150 mil empresas, que empregam mais de 1,8 milhões de trabalhadores e são responsáveis por cerca de 71% do produto interno bruto (PIB) de Portugal. Fundada em 1974, tem como visão ser a confederação empresarial mais representativa a nível nacional, uma estrutura associativa patronal forte, homogénea e abrangente que possa defender mais eficazmente os interesses das empresas portuguesas e representa, de uma forma transversal e equilibrada, entidades associativas sectoriais e regionais, bem como todas as Câmaras de Comércio e Indústria de Portugal. Faz parte, a nível nacional, do Conselho Económico e Social e da Comissão Permanente de Concertação Social, entre muitos outros órgãos consultivos e comissões especializadas, e, a nível internacional, da BusinessEurope, BIAC, OIE e OIT. Tem a sua sede em Lisboa e delegações no Porto e em Bruxelas.

O NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve, entidade parceira deste programa na Região do Algarve, com o objetivo de responder às necessidades transversais das empresas sediadas na região, quer ao nível das tecnologias da informação e comunicação, quer ao nível da operação digital de equipamentos e da sua manutenção, promoveu até ao final do passado mês de fevereiro um total de 39 ações de formação, 35 das quais já se encontram concluídas. Nestas ações de formação participaram 636 formandos, oriundos de 446 empresas da região.

Pese embora os resultados alcançados até ao momento, o NERA continua a promover junto das empresas da região do Algarve, através deste Programa EMPREGO Mais DIGITAL, a inovação na articulação de respostas formativas que favorecem um mais rápido ajustamento entre a oferta e procura de competências e qualificações do mercado de trabalho na área digital, tendo como objetivo incrementar as competências digitais com vista à promoção da (re)qualificação e da inclusão digital dos ativos, visando minimizar o impacto da automação no mercado de trabalho.

Por outro lado, este Programa procura ainda acelerar a transição digital da economia, promovendo o aumento da competitividade entre as empresas e nesse sentido, a capacitação dos trabalhadores, que é um passo fundamental para que o tecido empresarial possa implementar novos modelos de negócio alicerçados no Digital, pois a aquisição de novas competências é fundamental para o processo de transição para a economia digital, para os trabalhadores e para as empresas.

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