Loulé

Residência artística em Loulé resulta em exposição em Lisboa e é ponte para itinerário cultural atlântico

O Instituto Camões, em Lisboa, acolhe a partir do próximo dia 15 de janeiro, pelas 18h00, a exposição “Desenhar o Lugar: Percursos de Permanência e Trânsito”, do artista Emerson Quinda.

A mostra é o resultado de uma residência artística desenvolvida em Loulé, em colaboração com as Galerias Municipais de Loulé, e marca o início de um ambicioso itinerário cultural atlântico, em parceria com a XI Bienal de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe 2027, a UCCLA, o Instituto Camões e a Câmara Municipal de Loulé.

O projeto utiliza a arte contemporânea como uma ferramenta de escuta e criação partilhada, cruzando práticas tradicionais com abordagens estéticas contemporâneas. A iniciativa propõe um modelo de circulação cultural – Loulé 2025 | Lisboa 2026 | Loulé 2026 | São Tomé 2027 – que reflete sobre o conceito de “patrimónios em trânsito”, explorando as ligações históricas e emocionais entre diferentes territórios.

Um dos pontos altos desta exposição é a sua integração nas comemorações dos 50 anos da Independência de São Tomé e Príncipe. Este enquadramento confere ao trabalho de Emerson Quinda um profundo valor simbólico, convocando a arte para reinterpretar o passado e projetar novos diálogos e futuros possíveis.

A curadoria da exposição está a cargo de João Serrão e Ricardo Vicente.

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