A Câmara Municipal de Loulé e a Associação Portuguesa de Escritores (APE) lançam a XI edição do Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários, iniciativa que se afirma como uma referência incontornável no panorama dos galardões literários nacionais.

Este prémio visa distinguir anualmente uma obra em língua portuguesa, de autor português, publicada em livro e em primeira edição, nos domínios da crónica e dos dispersos literários. Na presente edição, serão admitidas a concurso obras publicadas no ano de 2025.
As candidaturas estarão abertas até ao dia 13 de fevereiro. O júri terá um período de trinta dias para deliberar, reunindo sempre que considerar necessário.
O valor atribuído ao vencedor ascende a 15.000 euros. A entrega do prémio realizar-se-á numa cerimónia pública em Loulé, integrada nas Comemorações do Dia do Município, que este ano se celebra a 14 de maio.
Ao longo das suas edições, o Grande Prémio tem distinguido alguns dos mais prestigiados nomes da literatura portuguesa contemporânea. Entre os galardoados contam-se:
Tolentino Mendonça (“Que coisa são as nuvens”), Rui Cardoso Martins (“Levante-se o Réu”), Mário Cláudio (“A Alma Vagueante”), Pedro Mexia (“Lá Fora”), Mário de Carvalho (“O que eu ouvi na barrica das maçãs”), Lídia Jorge (“Em Todos os Sentidos”), José Eduardo Agualusa (“O Mais Belo Fim do Mundo”), Miguel Esteves Cardoso (“Independente Demente”), Dulce Maria Cardoso (“Autobiografia não autorizada 2”) e Helder Semedo (“Pretextos”).
Recorde-se que esta iniciativa resulta de um acordo de entendimento celebrado em 2014 entre o Município de Loulé e a APE, com o objetivo de promover a cultura e a literatura portuguesas, valorizar o género da crónica e apoiar os escritores nacionais, contribuindo assim para o enriquecimento do panorama literário do país.


