“Mãe Soberana – Património (In)Visível” é o culminar da investigação de doutoramento de Andreia Pintassilgo e estará patente até 19 de abril

O Convento de Santo António, em Loulé, abre portas esta sexta-feira, 4 de abril, pelas 16h00, para a inauguração da exposição “Mãe Soberana – Património (In)Visível – Uma história contada através da água”, da artista e investigadora Andreia Pintassilgo. A mostra, que estará patente até 19 de abril, é o culminar do seu trabalho de doutoramento em Média-Arte Digital e propõe uma experiência imersiva em torno do culto a Nossa Senhora da Piedade.
Quase 500 anos de devoção evocados em linguagem contemporânea
A exposição evoca os quase 500 anos do Culto a Nossa Senhora da Piedade, em Loulé — considerado a maior manifestação religiosa a sul de Fátima e uma expressão profunda da identidade e da memória coletiva do povo louletano. Partindo da água como metáfora de movimento e transformação, a obra percorre o território e as suas narrativas, revelando as dimensões simbólicas, espirituais e afetivas do património cultural imaterial.
Através da articulação entre luz, imagem, som e ritmos, a exposição cria um espaço sensorial no qual o visível e o invisível se encontram. Recorrendo a narrativas transmédia, realidade aumentada e videoarte, Andreia Pintassilgo propõe uma experiência imersiva que aproxima arte, comunidade, origens e fé.
Conferência integrada no ciclo “Loulé na Linha do Tempo”
Como complemento a esta viagem sensorial, o Convento de Santo António acolhe, no dia 18 de abril, às 16h00, uma conferência dedicada ao tema. Integrada no ciclo “Loulé na Linha do Tempo” do Arquivo Municipal de Loulé, a sessão terá lugar no próprio espaço da exposição, permitindo um diálogo direto entre a reflexão histórica e a criação contemporânea.
Horários e visitas
“Mãe Soberana – Património (In)Visível – Uma história contada através da água” vai estar patente ao público de 7 a 19 de abril, de terça-feira a sábado, entre as 10h00 e as 13h30 e das 14h30 às 18h00. A entrada é livre.


