Algarve

ALGARVE | Aluno da UAlg recebe prémio “Sociedade Farmacêutica Lusitana”

Pedro Horta, mestre em Ciências Farmacêuticas pela Universidade do Algarve, foi distinguido com o prémio “Sociedade Farmacêutica Lusitana. A atribuição deste prémio constitui já uma tradição nas comemorações do Dia do Farmacêutico (26 de setembro), que este ano se assinalou em Coimbra, assumindo-se como um reconhecimento à dedicação dos estudantes do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas de todas as universidades públicas e privadas do País.

Este ano, o prémio coube ainda a Janete da Cunha Santos, da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, Joana Faria, da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, Kaamil Gani, da Faculdade da Universidade de Farmácia de Lisboa, Ana Rita Diniz, do Instituto Superior Egas Moniz, Rita Peixoto, do Instituto de Ciências da Saúde Norte, Patrícia Bolotas dos Santos, da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Carla Fernandes dos Santos, da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa, e Ana Filipa Ferreira, da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior.

Pedro Horta terminou o mestrado integrado com 17 valores e, atualmente, é bolseiro de doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia, na UAlg, sendo Química Farmacêutica a sua área de estudo. Está a desenvolver um projeto de investigação sobre a síntese de potenciais novos fármacos anti maláricos, envolvendo o estudo da sua atividade anti malárica e toxicológica e, ainda, a otimização estrutural dos mesmos.

Além da Universidade do Algarve, onde tem como orientadora Maria de Lurdes Cristiano, este projeto pressupõe ainda uma parceria com a Universidade de Liverpool, onde será orientado por Paul. M. O’Neill, para efetuar modelação molecular, e por Kevin Park, para testar os compostos relativamente à sua eficácia e toxicologia.

Questionado sobre as perspetivas futuras, Pedro Horta diz que não pensa muito nisso, já que o seu doutoramento ainda lhe exige mais cerca de três anos e meio, com muita investigação. Contudo, tal como o próprio refere, tem algumas ambições. “Adoro o âmbito da investigação farmacêutica e, por isso, tenho como perspetivas optar pela Investigação e Ensino ou até pela Indústria Farmacêutica. É uma questão de tempo e de oportunidades, e, acima de tudo, de aplicação e gosto por aquilo que se faz e que se ambiciona fazer”.

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