Albufeira

3.º lugar no ranking dos Municípios com Melhor Desenvolvimento Económico e Social

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O município de Albufeira voltou a ficar numa posição de destaque na classificação do Indicador Concelhio de Desenvolvimento Económico e Social de Portugal, com base num trabalho desenvolvido pela Universidade da Beira Interior (UBI) no último trimestre de 2012. O estudo que inclui 48 indicadores baseados em dados de 2010 do Instituto Nacional de Estatística (INE) posiciona Albufeira em terceiro lugar entre os 308 municípios do país em áreas como: condições materiais, sociais e económicas e em itens que vão do número de centros de saúde ou equipamentos culturais, a taxas de escolarização ou dinamismo económico. Refira-se que esta não é a primeira vez que Albufeira ascende a lugares cimeiros neste tipo de estudos. Já em 2008 o Semanário Sol apontou Albufeira como o concelho vencedor no estudo “Os Melhores Municípios para Viver”, num trabalho levado a cabo pelo Instituto de Tecnologia Comportamental (INTEC), enquanto um outro estudo efetuado, na mesma altura, pela UBI e publicado no jornal “Expresso”, coloca Albufeira no 2º lugar nacional em termos de qualidade de vida, imediatamente atrás de Lisboa.

Em entrevista recente à Antena 1, no programa “Portugal em Direto”, que contou com a presença de vários autarcas e do coordenador do estudo da UBI, o professor catedrático Pires Manso, o presidente da Câmara Municipal de Albufeira, José Carlos Rolo, congratulou-se com a posição alcançada por Albufeira e em relação a algumas críticas apontadas ao trabalho, diz estar confiante no rigor e na metodologia utilizados, considerando que se trata de um estudo independente, elaborado no seio de uma instituição de Ensino Superior especializada neste tipo de trabalhos científicos, com base em dados objetivos publicados pelo INE. O autarca afirma que “estes resultados são fruto do trabalho levado a cabo pelo Município ao longo dos anos através do investimento feito em infraestruturas importantes para o desenvolvimento do concelho em áreas que vão da cedência de terrenos para construção de Lares de Terceira Idade, Centros de Dia, Jardins de Infância, Residências Assistidas, apoio ao arrendamento de famílias carenciadas, atribuição

Dia, Jardins de Infância, Residências Assistidas, apoio ao arrendamento a famílias carenciadas, atribuição de bolsas de estudo, construção de Escolas, Bibliotecas, Pavilhões Desportivos, acessibilidades, zonas verdes, limpeza urbana, águas, saneamento básico, ambiente, entre outros. Na área do Turismo, consolidámos a marca “Albufeira” como a principal embaixadora do turismo nacional e soubemos ouvir os nossos parceiros, empresários e comerciantes, o que permitiu um maior desenvolvimento económico do concelho”. Apesar do decréscimo acentuado das receitas que poderiam influenciar negativamente os indicadores de desenvolvimento económico e social, José Carlos Rolo diz acreditar nos resultados do estudo, sobretudo porque “apesar de haver sempre alguma subjetividade quando se trata de trabalhos no âmbito da análise social, o fato do trabalho ter sido realizado com base em dados objetivos, de natureza quantitativa, e numa metodologia de rigor científico comprovado, atesta a sua credibilidade, pelo que devemos aproveitar este tipo de avaliação independente para melhorar aquilo que eventualmente esteja menos bem”. Por outro lado, considera que o fato de ter ficado nas primeiras posições do ranking nacional é uma forte motivação para continuar o trabalho realizado nos últimos anos, bem como um compromisso para melhorar ainda mais algumas áreas consideradas estratégicas ao nível do desenvolvimento económico e social do concelho. Para o autarca esta é também uma forma de “rentabilizar positivamente a imagem de Albufeira, captar mais residentes e investimento”.

Por outro lado, o responsável pelo Estudo, Pires Manso, que é simultaneamente coordenador do Observatório de Desenvolvimento Económico e Social (ODES) da UBI, afirma que estes resultados são o reflexo da importância de alguns indicadores na avaliação de determinados concelhos, apontando o turismo como o principal exemplo, devido ao dinamismo que imprime ao nível da atividade económica das regiões. Referiu que uma das principais conclusões a tirar deste trabalho é que o país anda a diferentes velocidades, uma para os municípios mais urbanos do litoral e outra para o interior, que por sua vez ainda se divide em zonas mais rurais e outras mais urbanas. Entre as várias considerações que teceu sobre o trabalho, realçamos a que diz que “o estudo deve ser encarado como um instrumento de reflexão para os poderes públicos, quer a nível central quer das próprias autarquias”.

CM-Albufeira

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