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Movimento de Cidadãos marca protesto contra a mistura de alunos de diferentes anos de escolaridade

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Escola n.º 4 – foto do Agrupamento Vertical de Escolas Padre João Cabanita em Loulé

O grupo de Cidadãos de Loulé Em Defesa Da Escola Pública anuncia, em comunicado enviado à Imprensa, que vai levar a cabo “um protesto à porta da Escola n.º 4 do Agrupamento Vertical de Escolas Padre João Cabanita em Loulé contra a mistura de alunos de diferentes anos de escolaridade no 1.º ciclo do Ensino Básico”.

Este Movimento de cidadãos considera que “estamos perante um claro atentado à Escola Pública que remete para práticas próprias do Estado Novo e do Regime Fascista, encarando a orientação do Ministro Nuno Crato e do Ministério de Educação neste sentido como um retrocesso social e educativo de consequências gravíssimas para a aprendizagem dos alunos assim arbitrariamente misturados”.

Este grupo de cidadãos responsabiliza também “os diretores das escolas por estas práticas educativas criminosas se nada fizerem perante as hierarquias superiores de quem dependem e prestam contas, no sentido de defenderem os interesses dos alunos, dos seus pais e encarregados de educação e, portanto, os próprios interesses de uma Escola Pública que se quer rigorosa, de exigência e de qualidade”.

Neste sentido, o Movimento de Cidadãos de Loulé Em Defesa Da Escola Pública apela aos “pais e mães, alunos e famílias, encarregados de educação, sindicatos e partidos políticos que se juntem ao protesto a realizar na próxima Sexta-Feira, dia 13 de Setembro; Segunda-Feira, 16 de Setembro e Terça-Feira, 17 de Setembro pelas 8 horas e 30 minutos à porta da Escola n.º 4 do Agrupamento Vertical de Escolas Padre João Cabanita a exigir que os seus filhos fiquem colocados nos respetivos anos nas respetivas turmas”.

O Movimento informa ainda que “já há pais que tomaram a decisão de iniciar uma greve de fome na próxima Sexta-Feira, dia 13 de Setembro à porta da escola de modo a exigir que seja resposta a normalidade do ano escolar”, não aceitando “este retrocesso civilizacional na Escola Pública Portuguesa”.

O comunicado do Movimento de Cidadãos em Defesa da Escola Pública de Loulé é subscrito por Ana Catarina Rodrigues, Joel de Brito, João Eduardo Martins, Elsa Maria Frederico e Fernanda Rodrigues Martins.

Por: Jorge Matos Dias – PlanetAlgarve

Categories: AGENDA, Loulé

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