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Bom senso grego impera | Taxa máxima do IVA (23%), na Grécia, baixa para 12%!

Segundo fontes noticiosas, na passada terça-feira, dia 20, o primeiro-ministro grego anunciou que “pretende criar 770 mil postos de trabalho em setores chave da economia. (…) Através da redução da carga fiscal, nomeadamente na taxa máxima do IVA para 12% (…)”.

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Antonio Samaras identificou o Turismo como um dos cinco setores chave para a recuperação da economia grega.

A AHRESP saúda desde já, a proposta do Governo Grego, visando a redução da taxa máxima do IVA, dos atuais 23% para os 12%, recordando que a taxa do IVA da Restauração, na Grécia, já tinha sido reduzida de 23% para 13%, em 1 de agosto de 2013!

Por sua vez, a AHRESP lamenta, profundamente, a insistência do governo português em manter o IVA dos Serviços de Alimentação e Bebidas em 23%, fazendo com que Portugal continue com a taxa mais alta da Europa, e com uma enorme desvantagem competitiva face aos seus concorrentes, como a Espanha (10%), a Itália (10%) ou a França (10%).

Em Portugal, o Turismo continua a liderar as exportações dos serviços, sendo vital para a balança comercial, e um sustentáculo fundamental da nossa economia.

As nossas sobreviventes empresas e os seus trabalhadores, com incalculáveis sacrifícios, foram os primeiros a cumprir com o ajustamento.

Então, porque é que o governo português insiste neste rumo com a taxa máxima de IVA? E continua a não cumprir com as recomendações de diversas Diretivas, nomeadamente a do IVA e a da Faturação, bem como as do grupo de trabalho interministerial?

Até agora não nos explicaram.

Mas os gregos já entenderam.

Por: AHRESP

Categories: Nacional, Opinião, Turismo

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