Promovido pela Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), em parceria com diversas entidades parceiras, públicas e privadas, e inserido nas celebrações do Dia Internacional para a Redução de Catástrofes (http://www.unisdr.org/we/campaign/iddr), este exercício visa envolver as diferentes comunidades na preparação para o risco sísmico. O Município de Silves adere a este exercício e apela a todos os funcionários para que, pelas 10h13 e durante um minuto, efetuem os gestos básicos de proteção em caso de sismo.
Esses três gestos básicos de proteção em caso de sismo são os seguintes:
- Baixar – baixe-se sobre os joelhos, esta posição evita que possa cair durante o sismo, mas permite mover-se;
- Proteger – proteja a cabeça e o pescoço com os braços e as mãos e procure abrigar-se, coloque-se se possível sob uma mesa resistente, e segure-se a ela firmemente;
- Aguardar – aguarde até a terra parar de tremer.
O exercício “A TERRA TREME” é uma campanha de sensibilização e preparação, com o objetivo de contribuir para que, em caso de sismo, os cidadãos adotem comportamentos simples de segurança, mas que podem salvar vidas, inteirando-se sobre o que fazer antes, durante e após um sismo.
Para mais informações e dados adicionais, consultar o site www.aterratreme.pt, onde está disponível uma explicação detalhada do evento, informação sobre os 7 Passos que devem ser incorporados antes, durante e após o exercício propriamente dito.
Esta iniciativa vai de encontro às propostas enunciadas no Quadro de Ação de Hyogo subscrita por 168 Estados-Membros da Nações Unidas. No quadro da Estratégia Internacional para a Redução de Catástrofes (ISDR) promovem-se vários projetos e ações tendo como preocupação central aumentar a capacidade de resiliência das comunidades, tendo Portugal em 2010 criado formalmente a Plataforma Nacional para a Redução de Catástrofes, seguindo os mesmos princípios e objetivos centrais – “A resiliência de um grupo, comunidade, ou organização, está dependente das capacidades que em conjunto conseguem desenvolver e que lhes permitam adaptar-se e fazer face a situações de mudança e perturbação, sem grandes danos, nem perda de recursos” (UNISDR, 2005).
Incrementar estas capacidades passa por um progressivo esforço colaborativo entre organismos responsáveis e populações, introduzindo metodologias proactivas como a educação, o planeamento e desenvolvimento da sensibilização local para os riscos.
Uma Comunidade Resiliente é composta por cidadãos mais conscientes, mais defendidos, mais esclarecidos, mais ativos e interventivos na sua própria segurança.
Assim, “A Terra Treme” é um exercício de carácter informativo e mobilizador em torno da temática específica do risco sísmico. Prática corrente e introduzida na maioria dos Estados-Membros das Nações Unidas, é um exercício adotado também em Portugal, à escala nacional, promovendo a sensibilização dos cidadãos para a prevenção do risco e para a atuação em caso de sismo.
Por: Município de Silves



