Algarve

136 médicos internos escolhem o CHAlgarve para a sua formação

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O Centro Hospitalar do Algarve inicia o ano de 2017 com a receção de 136 médicos internos que escolheram os hospitais públicos algarvios para realizarem a sua formação e darem inicio à carreira profissional. A sessão de acolhimento dos 36 médicos Internos da Formação Específica (IFE) e dos 100 internos do Ano Comum (IACs) está agendada para o dia 2 de janeiro, a partir das 9h00, através de uma sessão de videoconferência em direto entre os auditórios das unidades hospitalares de Faro e Portimão, onde estarão presentes todos os membros do Conselho de Administração.

No que respeita aos Internos da Formacão Específica foram colocados nas seguintes especialidades: Anatomia Patológica (1), Anestesiologia (2), Cardiologia (1), Gastrenterologia (1), Ginecologia/Obstetrícia (1) Medicina Física e de Reabilitação (2), Medicina Intensiva (2), Medicina Interna (10), Nefrologia (1), Neurologia (1), Oncologia Médica (3), Patologia Clínica (2), Pediatria Médica (2), Pneumologia (1), Psiquiatria (3), Radiologia (2), Urologia (1). Quanto aos internos do Ano Comum, apesar de praticarem uma medicina tutelada, vão ser colocados em diferentes especialidades nas unidades de Faro e Portimão de forma a poderem contactar e dar o seu apoio em diversos contextos clínicos, aprofundando assim os seus conhecimentos.

O programa de receção, que se estende por dois dias, tem como principal objetivo, integrar os novos internos na dinâmica do Centro Hospitalar do Algarve. Assim, ao longo do programa de integração que decorre em ambas as unidades, vários serviços transversais e de apoio aos novos profissionais do Centro Hospitalar dão-se a conhecer aos médicos internos, apresentando-lhes a sua atividade e agilizando os processos de integração na instituição.

Para o Presidente do Conselho de Administração, Joaquim Ramalho, “a receção dos médicos internos é sempre um momento importante, pois para além de demonstrar a capacidade e dinâmica formativa dos vários serviços e especialidades clínicas nas respetivas unidades hospitalares, constitui, simultaneamente, uma oportunidade para captar o interesse dos jovens médicos para se fixarem na região ao serviço dos hospitais públicos. A formação é a garantia da continuidade das instituições não só pela renovação que proporciona mas também porque é na relação mestre-discípulo que se reforçam e se transmitem os valores que garantem a perpetuidade das instituições para além das pessoas que as integraram”.

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