Loulé

XVII Encontro dos Povos Migrantes no Algarve | Comunidades erguem-se num abraço de fraternidade em Loulé

Loulé acolheu o XVII Encontro dos Povos Migrantes que reuniu imigrantes residentes no Algarve, estrangeiros provenientes de Angola, Cabo Verde, Guiné e São Tomé e Príncipe, mas também do Brasil, Venezuela, França, Inglaterra, Bélgica, Roménia e Ucrânia, entre outros.

A iniciativa, que se realizou este domingo, dia 10 de setembro, foi promovida pelos Representantes das Comunidades de Imigrantes do Concelho de Loulé e Faro e contou com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, que se fez representar ao mais alto nível pelo seu presidente, Vítor Aleixo e pelo vereador Pedro Oliveira.

De registar ainda a presença do presidente da Junta de Freguesia de S. Clemente, Carlos Filipe, do cônsul honorário da Suécia, Rui Horta e do vice-cônsul Cultural do Brasil – Consulado Geral do Brasil em Faro, Cláudio Luiz Nogueira Guimarães dos Santos, ambos acompanhados das respetivas esposas e dos filhos.

O Vigário da Vigararia de Loulé, Pe. Carlos Aquino, presidiu à celebração da eucaristia na Igreja Matriz de Loulé, iniciando a jornada do dia.

Após a entronização das bandeiras de cada país, o sacerdote começou por lembrar que o objetivo do encontro era “dar graças a Deus” por tudo o que tem feito por cada um dos presentes.

No final da celebração, foram apresentados os juízes responsáveis pela organização da iniciativa, bem como os indicados para a edição do próximo ano.

O vigário Carlos Aquino apresentou ainda o novo diácono Tiago, que vai ser brevemente e a irmã Arminda, vinda do Seixal, que passou a integrar as Irmãs Doroteias de Loulé.

Depois da eucaristia, animada pelos cânticos típicos de cada país representado, e que contou com um ofertório dançado, a 17.ª Festa dos Povos teve continuidade com o almoço-convívio que decorre ainda no Salão Municipal de Festas de Loulé, com as gastronomias, as músicas e as danças caraterísticas de cada cultura a servirem de pretexto para a aproximação e para a convivência entre as gentes que chegam ao Algarve trazidas pelos fluxos migratórios, erguendo-se num abraço de fraternidade.

Por: Jorge Matos Dias / PlanetAlgarve

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