Algarve

PSD denuncia situação grave no Algarve no apoio educativo a crianças e jovens em risco

A Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, informou que o Governo procedeu à alteração de procedimentos associados à mobilidade de docentes para as IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social), admitindo a possibilidade de «haver alguns atrasos» e «a necessidade de criar uma nova rotina». Ainda assim, e de acordo com a governante, «não está em causa a redução do número de docentes».

As afirmações da Secretária de Estado foram produzidas hoje, na Assembleia da República, em resposta à interpelação do deputado José Carlos Barros, que denunciou a situação «inaceitável» que se estava a verificar no Algarve, com o Governo a «indeferir os requerimentos com vista à habitual colocação de professores nas IPSS, destinados ao acompanhamento orientado e à inclusão escolar de crianças e jovens em risco».

Este assunto já tinha sido publicamente denunciado na semana passada, na sequência de questões colocadas ao Ministério da Educação pelos deputados Cristóvão Norte e José Carlos Barros, considerando que no Algarve se estava a assistir a «uma grave violação das obrigações do Estado no que se refere à prestação de apoio a crianças e jovens em risco».

De acordo com José Carlos Barros, «não basta a Senhora Secretária de Estado, dois meses depois do início do ano letivo, reconhecer atrasos no processo, mas agir. Por isso mesmo, hoje ainda confrontaremos de novo o Ministério da Educação com a necessidade de intervir com urgência na resolução dos problemas que já estão identificados».

Veja as intervenções do Deputado José Carlos Barros e da Secretária de Estado Ajunta e da Educação.

A Comissão Política Distrital do PSD/Algarve

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