Quarteira

PSD/Loulé: «Nova escola Dom Dinis em Quarteira muito longe de ser realidade»

Decorridos cinco anos sobre a tomada de posse de Vítor Aleixo como presidente da Câmara Municipal de Loulé, ainda não foi sequer lançada a primeira pedra para a construção da nova escola Dom Dinis na cidade de Quarteira. Aquela que sempre foi assumida como uma das principais apostas do autarca eleito pelo PS, com um investimento estimado de 4,8 milhões de euros, continua a marcar passo, sem que se saiba a data de arranque de uma obra que demorará, no mínimo, dois anos a estar concluída.

UM ATRASO GRAVE. A cobertura da quase totalidade dos pavilhões da atual escola Dom Dinis é formada por telhas de fibrocimento, que incorporam amianto, uma substância que, como se sabe, constitui um enorme risco para a saúde de todos os alunos e profissionais de Educação que ali trabalham. Razão mais do que suficiente para que o estabelecimento de ensino existente seja substituído com a máxima urgência.

UM ATRASO INCOMPREENSÍVEL. Numa altura em que os cofres da autarquia estão cada vez mais cheios – os depósitos em bancos ultrapassam já os 80 milhões de euros -, e depois do anterior executivo liderado pelo PSD ter deixado o projeto em carteira, é impossível encontrar razões válidas para justificar esta situação. Não havendo falta de projeto e com abundância de recursos financeiros, porque é que a obra não avança?

UM ATRASO IMPERDOÁVEL. Por altura das comemorações da Semana do Município, no passado mês de Abril, o projeto da futura escola foi apresentado à comunidade de Quarteira, na presença do delegado regional de Educação, Francisco Marques. Na altura, o presidente da Câmara Municipal de Loulé garantiu que “o arranque da obra está para breve”, mas passados cinco meses é caso para perguntar qual será a noção de brevidade de Vitor Aleixo, que em tanto prejudica a população de Quarteira, em desespero por mais salas de aula para as crianças da freguesia. Como se não bastasse, junta-se de forma flagrante um reduzido número de salas relativamente ao crescimento populacional de Quarteira, revelador de uma expetativa muito tímida da autarquia nesta matéria.

Por tudo isto, o PSD/Loulé não poderia deixar de expressar a sua profunda preocupação com mais uma situação que deixa a nu a evidente desorganização dos serviços municipais, que se aprofundou desde a última alteração orgânica – manifestamente infeliz – operada há cerca de um ano pela mão de Vítor Aleixo, que continua a trazer consequências muito negativas para o concelho de Loulé e para as suas gentes.

PSD/Loulé

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