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II Edição do VENTANIA – Festival de artes performativas do Barlavento

A II Edição do VENTANIA – FESTIVAL DE ARTES PERFORMATIVAS DO BARLAVENTO decorre de 14 a 22 de Março de 2020, um evento promovido pelo Teatro Experimental de Lagos, e inserido no Programa 365 Algarve, estrutura financiada pelo Turismo de Portugal, com o acolhimento dos Municípios de Vila do Bispo, Lagos, Portimão, Lagoa do Algarve, Direção Regional de Cultura do Algarve e Águas do Algarve.

Uma ação de ativismo artístico sobre temas de ecologia social e cidadania global, em Lagos, Lagoa, Portimão e Sagres, tendo como mote o Dia Mundial da Água e o Dia Mundial da Floresta.

VENTANIA irá ocupar espaços de apresentação convencionais como o Centro Cultural de Lagos, o Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa, o TEMPO Teatro Municipal de Portimão e o Auditório da Fortaleza de Sagres, assim como espaços não-convencionais, como os Mercados Municipais de Sagres e Lagoa, o Jardim de Sagres, a Praça do Infante e Jardim da Constituição em Lagos, o Jardim 1o de Dezembro de Portimão, o Auditório do Forte de Nossa Senhora da Encarnação de Carvoeiro, assim como os espaços turísticos Monte da Casteleja (Lagos) e FAINA / Museu de Portimão (Portimão).

O VENTANIA propõe-se a espalhar pelo Barlavento Algarvio, espetáculos e ações de sensibilização, contemplando as áreas de circo contemporâneo, dança contemporânea, teatro, música e cruzamentos disciplinares: música/gastronomia, arte pública/instalação/performance, instalação/paisagem sonora, procurando abranger públicos de várias idades e culturalidades, e promovendo co-criações com a comunidade local.

VENTANIA irá surpreender o público com temáticas ligadas ao ambiente e à cidadania, num grito subtil de alerta ao desprendimento humano sobre aqueles e aquilo que nos rodeia: um território frágil como o Algarve, onde a emergência do turismo nos urge a mais eficientes respostas energéticas, à preservação do património natural e imaterial e ao combate à desertificação, procurando um equilíbrio nem sempre fácil. A escassez da água potável, os valores de preservação, de partilha e de cidadania, transversais à humanidade, estão aqui presentes numa leitura contemporânea doce e amarga, estética e poética, fazendo-nos sonhar e refletir ao mesmo tempo sobre o impacto humano na região, mas também no mundo.

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