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#EstudoEmCasa – A Escola na Televisão para alunos do ensino básico

Durante o 3.º período letivo, a RTP Memória cede emissão a conteúdos pedagógicos temáticos, lecionados por professores, para alunos do ensino básico.

EstudoEmCasa é o nome do espaço que vai ocupar a grelha das 09h às 17h50, com conteúdos organizados para diferentes anos letivos, uma ferramenta importante para complementar o trabalho dos professores com os seus alunos.

Estes conteúdos pedagógicos temáticos contemplam matérias que fazem parte das aprendizagens essenciais do 1.º ao 9.º ano, agrupados por: 1.º e 2.º anos, 3.º e 4.º anos, 5º e 6.º anos, 7.º e 8.º anos e 9.º ano, abrangendo matérias de uma ou mais disciplinas do currículo, as quais servirão de complemento ao trabalho dos professores com os seus alunos (ver grelha/programação em baixp).

Com a emissão do #EstudoEmCasa, através do sinal da RTP Memória, é alcançada a generalidade dos alunos, atendendo a que o canal emite na TDT, mas também na televisão por cabo e por satélite, ficando ainda disponíveis nas plataformas digitais da RTP e da Direção-Geral da Educação (DGE), com todas as emissões e respetivos conteúdos disponíveis.

Assim, nos primeiros dias do 3.º período letivo, professores e alunos terão oportunidade de ficar a conhecer em detalhe o que irá comportar “a escola na televisão”, considerando o material a seguir para as escolas. Na segunda-feira, dia 20 de abril, arrancam as emissões do #EstudoEmCasa, que decorrerão até ao final do ano letivo, de segunda a sexta-feira.

O #EstudoEmCasa vai, deste modo, transmitir nos seguintes canais:
 TDT – posição 7
 MEO – posição 100
 NOS – posição 19
 Vodafone – posição 17
 Nowo – posição 13
https://www.rtp.pt/estudoemcasa (emissão de cada dia on demand e
módulos individualizados)
 Será ainda disponibilizada uma App com todos os conteúdos do

#EstudoEmCasa.

Paralelamente, a RTP 2 transmite conteúdos, pensando nas crianças da Educação Pré-escolar (dos 3 aos 6 anos).

O nome #EstudoEmCasa surge do repto lançado pelo Ministério da Educação aos alunos, para assinalar o Dia do Estudante (24 de março), numa altura em que toda a comunidade educativa teve de celebrar a data de forma diferente, por conta da situação epidemiológica que o país atravessa.

Uma situação, imprevisível e de emergência, que se mantém e que leva a que o 3.º período letivo se mantenha de forma não-presencial.

Numa verdadeira corrida contra o tempo, o Ministério da Educação encontrou na Rádio e Televisão de Portugal um parceiro inequívoco e incondicional desta missão coletiva, conseguindo levar a cabo uma operação de monta, possível também graças ao apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.

Os detalhes desta operação serão apresentados na próxima semana.

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