Algarve

Filipa Silvestre encabeça alternativa para a direção política do Bloco de Esquerda no Algarve

Um grupo de aderentes do BE Algarve, organizados na plataforma +Bloco, +Algarve propõe à organização no distrito “Mudar de Vida!”, disputando à atual direção a liderança do órgão distrital do partido de modo a dar um novo impulso ao BE no Algarve.

Filipa Silvestre

O movimento mostra uma clara abertura a quadros novos e jovens nos lugares de topo em comunhão com militantes de longa data, e propõe-se promover uma maior iniciativa política do partido na região, a dinamização da participação ativa dos aderentes do Bloco de Esquerda na ação política local e no escrutínio dos órgãos e à abertura aos movimentos sociais. 

Com um programa de candidatura orientado em 6 pontos: alterações climáticas; economia e desenvolvimento regional; apoio social em tempo de crise; defender os serviços públicos como condição de igualdade e bem estar; regionalização; e mais democracia, mais participação e mais escrutínio na organização do Bloco de Esquerda do Algarve, o projeto orienta a sua ação para uma participação ativa e crítica na luta por um Bloco mais democrático e disposto a introduzir temas e experiências no espaço político do órgão distrital do partido de forma a construir um Bloco mais aberto, de debate plural para uma maior ligação aos problemas da região.

O coletivo escolheu para encabeçar a lista Ana Filipa Silvestre, formada em cinema, trabalhadora precária e co-organizadora das duas mais recentes greves gerais feministas que tiveram lugar no Algarve, contando também com outras e outros ativistas na região. O coletivo reunido na lista B manifesta a urgência da esquerda de matriz socialista para a transformação da realidade com as classes trabalhadoras de forma a dar respostas claras e inequívocas às crises que enfrentamos: pandémica, social e dos populismos.

Com esta candidatura é apresentado um projeto pela renovação em que os militantes e as estruturas têm o dever de exercer atividade reivindicativa e propositiva estratégica a nível local, regional e nacional. As estruturas locais devem ser o centro da ação política, promovendo iniciativas e crescendo em organização e número de aderentes, com autonomia política e financeira, passando ao nível local a mensagem que “o Bloco faz falta!”.

O seu mandatário, João Brandão, salienta que “Mudar de vida” sintetiza a necessidade de uma alteração profunda dos métodos de trabalho e de direção na região no sentido de uma maior abertura aos aderentes e aos movimentos sociais para vencermos a crise social e ambiental que enfrentamos.

Veja em anexo a lista completa e a Moção apresentada:

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