
Carta aberta com repto e disponibilidade da ALGFUTURO cooperar com as entidades públicas face á encruzilhada, entre um cenário de inicio de recuperação em 2021, ou uma profunda depressão com trambolhão de penúria no Algarve
- Solução adequada é garantir vacinação no Algarve até fim maio
– Hoje, 15 fevereiro, 18h, reunião ALGFUTURO / Deputados PSD
- Tem sido muito difícil a situação no Algarve desde que apareceu o vírus Covid-19 com impactos tremendos a nível económico, social, psicológico, etc., que têm conturbado a vida das empresas e da sociedade.
Neste contexto a Algfuturo apesar de jovem tem assumido um papel determinante enfrentando os problemas e apresentando soluções.
Tem sido muito intensa a atividade já com o PLANO ECONÓMICO elaborado e demonstrando que no Algarve mais do que uma simples queda de atividade em relação a 2019 se verificou um enorme trambolhão entre 5 a 8 vezes maior do que a média nacional, por ser fortemente dependente do turismo, na ordem dos 70%.
- A expetativa é que 2021 melhorasse em relação a 2020 e recebendo a região apoios públicos à proporção de uma queda na atividade económica mais intensa do que no resto do país.
Hoje, parece claro, contudo que no 1º e 2º trimestre a situação será mais grave do que em 2020 e que no 3º e 4º trimestres estamos numa perigosíssima encruzilhada que poderíamos equacionar do seguinte modo.
- QUE ESPERAR DO 3o e 4o TRIMESTRES?
– HIPOTESE 1. Vacinação concluída dentro de um calendário normal até fim de maio e promoção turística a começar em março. Nesse cenário, tudo aponta para um ano melhor que 2020, com alguma recuperação.
– HIPOTESE .2 Vacinação concluída no final de setembro. Seria a hecatombe. Ano de 2021 pior que 2020, com trambolhão ainda maior, no Algarve e em relação à média nacional. Bateríamos fundo, em vários casos com números negativos em relação a 2019, com necessidade de apoios públicos de dezenas de milhões face â fortíssima descapitalização e mesmo assim enfrentando penúria duradoura! Mas mais, com traumas psicológicos e até mortes naturais ou suicídios que crises desta natureza provocam. Acrescem, os muitos milhões de divisas do turismo que não vêm.
- TUDO CLARO, NÃO PODENDO NINGUÉM ESCONDER-SE POR DETRÁS DA DISTRAÇÃO! Certo, certo, é que os empresários e algarvios em geral, nada podem fazer! Tem que se evitar o colapso! CASO NO PLANO BASE SE APONTE PARA SETEMBRO, A SOLUÇÁO É INTRODUZIR UM CRITÉRIO DE SUSTENTABILIDADE ECONÓMICA E SOCIAL COM BASE NA FORTE DEPENDÊNCIA DO TURISMO, ASSOCIADO À PRIORIDADE Á VACINAÇÃO NO ALGARVE ATÉ FINAL DE MAIO. Igual tratamento seria dado no Continente a regiões e zonas em que as atividades dependentes do turismo são superiores a 60% da riqueza do espaço geográfico respetivo.
Perante os dramas, tem que se optar com criatividade e coragem. Todos no Algarve o que querem é trabalhar.
Esta é agora a grande frente de batalha dos algarvios, que está sobre a mesa das importantes reuniões da ALGFUTURO com os Deputados, na semana passada com o PS e hoje a partir das 18h com o PSD.
- Outra frente de trabalho respeita a cultura do abacate e inconvenientes que alguns lhe apontam. Como sempre, ALGFUTURO vai aprofundar a matéria num quadro em que, até agora, não encontrámos fundamentos para essa perseguição. Mas, como sempre, estamos em cima do acontecimento.
- O TRABALHO EM QUE SE EQUACIONA O PROBLEMA ESTÁ FEITO PELA ALGFUTURO!
O DESAFIO QUE SE LANÇA COM ESTA CARTA ABERTA É DE TODOS.
ÀS ENTIDADES PÚBLICAS LANÇA-SE UM REPTO, COM A NOSSA DISPONIBILIDADE DE COOPERAÇÃO.
TUDO TEM QUE SER FEITO PARA QUE REGIÁO NÁO SE AFUNDE!
UM REPTO, COM A NOSSA DISPONIBILIDADE PARA AVALIAR OUTRAS SOLUÇÕES E COOPERAR!
O Presidente da Algfuturo, José Vitorino



