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Surescreen Diagnostics lança testes rápidos de saliva em Portugal (c/vídeo)

A SureScreen Diagnostics acaba de lançar em Portugal um novo teste rápido de antigénio para a COVID-19 que deteta o vírus através de amostras de saliva e que produz resultados em 10 minutos. A taxa de precisão do teste é de 99,5% e identifica a variante inglesa, responsável por cerca de metade das atuais infeções no nosso país.

O novo dispositivo está preparado para receber quer as amostras de saliva, quer as nasofaríngeas com o mesmo grau de precisão. Assume-se assim como uma alternativa para as pessoas que têm mais dificuldade em tolerar o desconforto causado pela zaragatoa na recolha de amostras exclusivamente nasofaríngeas.  

Os testes rápidos de antigénio da SureScreen Diagnostics procuram antígenos de proteína que vivem na superfície do vírus e funcionam adicionando um reagente a uma amostra de saliva ou swab nasal.  

Além dos testes rápidos de antigénio, a SureScreen Diagnostics disponibiliza nas farmácias um teste rápido para a deteção dos anticorpos específicos da SARS-CoV-2 que produz resultados em 15 minutos, cujos resultados são importantes para controlar o grau de imunidade individual e comunitário. 

Os testes rápidos vão ter um papel fundamental no processo de desconfinamento controlado no nosso país e deverão começar a ser utilizados brevemente nas unidades de saúde do SNS, em escolas e em outros setores de atividade com elevada exposição social, como é o caso das fábricas e de um modo geral de todas as empresas de serviços, incluindo a restauração e turismo. O objetivo é diminuir a incidência diária da infeção, e identificar e travar as cadeias de transmissão de forma mais célere, económica e sustentável, garantindo a continuidade da vida económica e social

A SureScreen Diagnostics é a principal fornecedora de testes rápidos das autoridades públicas de saúde britânicas. Na primeira fase de testagem em massa foram disponibilizados cerca de dois milhões de testes e cerca de 20 milhões na atual fase de testagem sistemática da população britânica. 

Os dispositivos são produzidos integralmente no Reino Unido e testados por entidades de referência a nível mundial, como o Kings College London, a Imperial College London, a UZ Leuven Belgium e a Fundação Champalimaud

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