Algarve

AlgFuturo: «A grande questão: salvar o algarve ou deixá-lo afundar?»

ECONOMIA DO ALGARVE: ALGFUTURO APELA AO SANGUE FRIO, MAS COM MAREMOTO ANUNCIADO, PÂNICO ESTÁ A GENERALIZAR-SE, queda riqueza regional é 5 a 8 vezes maior que média nacional.

– Desemprego é estrutural, com causa maior na pandemia, sazonalidade e risco de colapso económico e social sem se vislumbrarem saídas.

1. Estas   foram grandes linhas de força de mais de duas dezenas de dirigentes da UNIÃO EMPRESARIAL DO ALGARVE, reunidos esta semana.

Este apalpar de pulso permanente tem sido uma ação recorrente nos últimos meses para garantir pela ALGFUTURO uma ação que permita descortinar as escarpas da crise e as frestas de saída.

2. A brisa cortante que tem feito, num ambiente que é pesado e de um certo descontrolo, aponta para um cenário que pode ser de apocalipse, com voo picado de grau máximo, constatando-se pelo silencio que é muita a apreensão.

3.Mas o que vem aí é muito duro.

4. Mas é nestas alturas que a força e o sangue-frio dos colegas dirigentes que têm que ajudar outros a carregá-los. vem para o cimo, o mesmo sucedendo com as Associações: ou fazem ou escondem-se. A Algfuturo faz.

Mais do que qualquer outra coisa, o que o Algarve precisa no verão é de turistas estrangeiros. DUAS HIPÓTESES: 

A) Se turistas vêm a partir de meados de junho, com promoção a partir de março, COMEÇA A RECUPERAÇÃO/CÉU

B) Se turistas virão apenas nos finais de agosto, o ano está perdido, o agregado de 2020 somado com 2021 poderá ser inferior ao ano de 2019 e ALGARVE ENTRARÁ EM PROFUNDA depressão económica e social. de longe a mais grave do país, pois tudo desandará arrastado pelo turismo/é o inferno. Haver ou não haver turistas é a Chave. E que fazer para os captar? 

DE QUE DEPENDE O CAMINHO: céu ou inferno?

PROPOSTA SALVADORA?  IGUAL PARA TODAS AS REGIÕES E ZONAS MUITO DEPENDENTES DO TURISMO.       

É fundamental perceber o drama e ir à luta para o Algarve não se afogar em falências, falta de massa monetária, desemprego – pobreza, fome e outros males. É preciso visão, e fundamentos justos e verdadeiros para o que é diferente.

Como? Muito simples. DEPOIS DE CONCLUIDA A VACINAÇÃO DOS GRUPOS E PESSOAS DE RISCO, AO INICIAR O PROCESSO DA POPULAÇÃO COMUM, APLICAR O CRITERIO DA PRIORIDADE DAS POPULACOES MAIS EXPOSTAS A CRISE.

5. Por outro lado, é preciso programa de requalificação e alindamento de toda a região: estradas, bermas, luz, sinalética, travar o caravanismo e as casas de madeira “plantadas” por todo o Algarve, etc. O Algarve tem de ser uma boa sala de visitas. E, naturalmente, o fim das portagens e outros males que temos no PLANO ECONÓMICO.

A Comissão Executiva da ALGFUTURO

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