Loulé

Pandemia coloca campanha solidária da Rede de Bibliotecas do Concelho de Loulé e da Liga dos Combatentes em espera | Livros aguardam “bilhete” para S. Tomé

A Rede de Bibliotecas do Concelho de Loulé (RBCL) reuniu 14.166 livros numa campanha solidária desenvolvida em parceria com a Liga dos Combatentes – Núcleo de Loulé e a Escola Portuguesa de São Tomé – CELP, com o objetivo de fazer chegar àquele país africano livros infantojuvenis, de adulto, e manuais escolares.

Rede de Bibliotecas do Concelho de Loulé

A pandemia suspendeu a campanha por várias vezes, mas a RBCL e os parceiros envolvidos estão empenhados em colocar os livros no continente africano.

Na Semana da Leitura, que se realiza entre 8 e 12 de março sob o lema “Ler sempre. Ler em qualquer lugar”, a RBCL está à procura de novos parceiros que ajudem a viabilizar a chegada dos livros a S. Tomé.

A Liga dos Combatentes – Núcleo de Loulé, através do seu presidente, Manuel Costeira, promete envidar todos os esforços, junto do Exército e da Marinha, para fazer esta campanha chegar a bom porto.

“É certo que, neste contexto, teremos de contar com a impossibilidade de manter uma regularidade nas ações, mas, ainda assim, valerá a pena tentar”, diz.

Conhecedor da cultura e da realidade africanas, nas muitas vezes que viaja para o continente, leva sempre a sua mala repleta de livros e materiais escolares.

Pelas missões desenvolvidas naquele território, o presidente do Núcleo de Loulé refere que a Marinha seria o parceiro ideal: “um contentor deverá ficar cheio, mas outras propostas poderão vir a ser consideradas”, refere.

Os livros aguardam o transporte para Lisboa em dois armazéns cedidos pela comunidade louletana. Assim que possível, seguirão para S. Tomé. A entrega no país será garantida pela Liga dos Combatentes, que deslocará uma delegação/comitiva para o efeito.

A campanha “Livros Solidários para São Tomé”, promovida pela RBCL, contou com o apoio da comunidade das escolas públicas e privadas do concelho de Loulé (Escola Profissional de Alte e Colégio Internacional de Vilamoura), da Biblioteca Municipal de Loulé e da Fundação Manuel Viegas Guerreiro. Contou com o apoio logístico da Câmara Municipal de Loulé, da Junta de Freguesia de Quarteira e da Liga dos Combatentes – Núcleo de Loulé.

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