Quarteira

QUARTEIRA | Comício de verão do Bloco com Jorge Guerreiro, Tiago Grosso e Catarina Martins

O Bloco de Esquerda realizou neste sábado, 21 de agosto, um “comício de verão” no Calçadão de Quarteira com a presença de cerca de 250 pessoas. Na iniciativa intervieram Jorge Guerreiro, cabeça de lista do Bloco à Freguesia da Quarteira, Tiago Grosso, candidato à Câmara de Loulé, e a coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins.

O candidato a Quarteira, Jorge Guerreiro, comprovou a sua capacidade mobilizadora, reunindo à sua volta uma considerável plateia de apoiantes, numa intervenção que pode ser acompanhada no vídeo abaixo:

Seguiu-se a intervenção do candidato à Câmara de Loulé, Tiago Grosso, cujo discurso pode ser conferido no anexo abaixo:

Por fim, interveio a coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, salientando que as autarquias têm atualmente “responsabilidades como nunca tiveram” nas decisões fundamentais e destacou que as “autarquias podem e devem ter parques públicos de habitação”.

Catarina Martins afirmou que a proposta do Bloco nas autárquicas “passa pela construção de um país verde e igual, concelho a concelho, freguesia a freguesia”, que se traduz num país que “não exclui ninguém” e que sabe tratar as “crianças e os mais velhos”, respeitar “quem trabalha e constrói o país”.

A coordenadora bloquista pegou assim no discurso de Jorge Guerreiro, salientando que, nas decisões do estado social, na defesa do SNS, no acesso à educação, nas decisões sobre a creche e no apoio na velhice, assim como nas questões climáticas e ambientais, as autarquias têm responsabilidades “como nunca tiveram”.

Catarina Martins lembrou que “vamos decidir nos próximos anos boa parte do investimento que o país vai fazer para ultrapassar as crises de todos os tempos”.

 “O que eu vos peço é que pensem em que força política podem confiar para essa mudança”, pediu, lembrando que o “Bloco de Esquerda cumpre todos os compromissos que assume com o seu povo”.

A coordenadora bloquista lembrou que o futuro também se vai decidir nas opções sobre a habitação e perguntou: “Queremos entregar o dinheiro que há para a habitação no PRAR, aos negócios imobiliários do costume? Aos que depois vão ao parlamento discutir nas comissões de inquérito e não se lembram o que fizeram a milhares de milhões de euros dos buracos da banca?”.

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