Algarve

Elidérico Viegas recandidata-se à presidência da AHETA

Elidérico Viegas

Elidérico Viegas recandidata-se à presidência da AHETA liderando uma equipa composta, exclusivamente, por empreendedores sediados no Algarve

No seguimento do acto eleitoral para os órgãos dirigentes da AHETA, agendado para o próximo dia 21 de Janeiro, Elidérico Viegas encabeça uma lista de empreendedores hoteleiros e turísticos do Algarve, representativos dos vários interesses empresariais em todo o espaço regional, desde Vila Real de Santo António até Lagos e Sagres, dando assim expressão à representatividade da associação.

O Programa de Ação, cujo lema é “Assegurar o Presente, Garantir o Futuro”, (em anexo), enviado a todos os associados, integra ainda o hoteleiro Vítor Clemente como Presidente da Assembleia Geral e Amadeu Rodrigues como Presidente do Conselho Fiscal, (lista completa em anexo).

Os órgãos sociais que integram a Lista “A” irão, no essencial, caso sejam eleitos, prosseguir uma estratégia que tem no horizonte o reforço da AHETA, enquanto estrutura associativa forte e dinâmica, e em que todos continuem a rever-se e a participar ativamente, ao invés de subserviências e dependências de centralismos de Lisboa, protagonizadas pelos candidatos da outra lista concorrente.

Este grupo de trabalho está comprometido com ideias e programas com significado e sentido turístico e empresarial, conforme resulta do Programa de Ação. A AHETA quer continuar a ser cada vez mais o ponto de encontro dos empresários do sector no Algarve, recusando ser uma estrutura ao serviço apenas de alguns, independentemente da legitimidade dos seus interesses.

A AHETA deve, assim, continuar a empenhar-se ativamente na construção de uma abordagem positiva do turismo do Algarve, tendo no horizonte a salvaguarda dos interesses empresariais da atividade turística, inovando na sua capacidade de intervenção, sem deixar de prosseguir uma estratégia que contribuiu para a afirmação e reconhecimento público e institucional da associação.

Estão neste caso, entre outros aspetos, a celebração de Convenções Coletivas de Trabalho, a prestação de serviços de apoio aos associados em matéria jurídico-laboral, o acompanhamento da evolução do sector na região e nos mercados turísticos internacionais concorrentes, etc.

A importância quantitativa e qualitativa do turismo da região, no presente e no futuro, passa pela inversão de um processo que não tem reconhecido as realidades da oferta e dos mercados turísticos algarvios, traduzido em políticas muitas vezes erradas e com resultados perversos, entre os quais destacamos o ancestral tratamento de desfavor dado à região em matéria de investimento público, cujo exemplo mais marcante é a não construção do novo Hospital Central.

Temos propostas concretas e estamos disponíveis para participar, ativamente, nos diversos fóruns onde a AHETA se encontra representada, nomeadamente na Região de Turismo, Comissão de Coordenação Regional, Associação Turismo do Algarve, para citar apenas alguns exemplos, incluindo o relacionamento institucional ao mais alto nível da governação.

O Algarve é a região portuguesa mais afetada economicamente pela pandemia, atendendo à forte implantação do sector turístico na vida e na sociedade regionais, carecendo, por isso mesmo, de medidas de discriminação positiva tendentes a garantir a sobrevivência da Indústria Turística e da região como destino turístico.

Esta situação causou um impasse preocupante nas pequenas e médias empresas da nossa Região, onde se integram a generalidade dos empreendimentos turísticos, cujos investimentos e operação se encontram particularmente expostos e por isso dependentes do recurso sistemático a financiamento através de crédito bancário.

O que mais sobressai, no atual contexto, é a aprovação de um Plano Específico para Apoiar a Recuperar o Turismo do Algarve, com dotação e meios financeiros próprios, de acordo com o anunciado pelo atual governo na Assembleia da República, mas que vem aguardando melhores dias.

Em termos associativos, estamos empenhados na criação de uma plataforma associativa única regional, em oposição a uma estratégia associativa centralista, visando afirmar o Algarve e os interesses empresariais da maior e mais importante região turística portuguesa, quer a nível regional, quer a nível nacional e internacional, dando seguimento às conversações em curso com outras organizações associativas regionais do sector nesta matéria.

No dia 21 de Janeiro está em causa:

LISTA A – Optar pelo Algarve;

LISTA B – Ceder aos interesses centralistas e hegemónicos de Lisboa

Categorias:Algarve, Turismo