A Praia da Falésia voltou a conquistar um lugar de destaque no panorama internacional. Na lista de 2026 do prestigiado portal “The World’s 50 Best Beaches”, a joia algarvia alcançou o 8.º lugar, consolidando-se como uma das melhores praias do mundo e a mais bem classificada do continente europeu.

Esta distinção soma-se a outros reconhecimentos obtidos nos últimos anos. No início de 2026, a Praia da Falésia já havia atingido o 3.º posto no ranking das melhores praias da Europa, publicado pelo portal Tripadvisor — prova do seu encanto universal e da crescente admiração que desperta em viajantes de todo o mundo.
Com a aproximação da época alta de Verão, esta nova classificação coloca Albufeira novamente no centro dos roteiros turísticos globais. Para o presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, este é um motivo de orgulho e responsabilidade:
“Este reconhecimento permite-nos continuar a valorizar o património do concelho e mostrar que vale verdadeiramente a pena visitar Albufeira. Estamos a falar de um local com uma beleza natural incalculável, que deve ser protegido a todo o custo. Preservar a Praia da Falésia como marca do concelho e da região é uma prioridade absoluta.”
A lista do portal “The World’s 50 Best Beaches”, publicada no passado dia 1 de maio, baseia-se nas escolhas de mais de 1000 profissionais do setor do turismo e ambiente. Entre os critérios avaliados destacam-se a preservação dos espaços naturais, a beleza paisagística e a qualidade da água — aspetos onde a Praia da Falésia tem obtido pontuações exemplares.
Portugal em destaque no ranking mundial
A Praia da Falésia é a praia portuguesa com a melhor classificação neste prestigiado ranking. Seguem-se outros tesouros nacionais:
- 23.º lugar – Praia do Seixal, na Madeira
- 27.º lugar – Praia do Camilo, em Lagos
Com estas distinções, o Algarve e Portugal afirmam-se, mais uma vez, como destinos de excelência para quem procura natureza, tranquilidade e paisagens de sonho. A Praia da Falésia, com as suas impressionantes falésias avermelhadas que contrastam com o azul profundo do Atlântico, continua a ser um exemplo de como é possível aliar turismo de qualidade à preservação ambiental.


