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Bispo do Algarve reúne em 2013 com os Conselhos Pastorais Paroquiais

D. Manuel Quintas - Bispo do Algarve

D. Manuel Quintas – Bispo do Algarve

D. Manuel Neto Quintas, bispo do Algarve, reunir-se-á até outubro de 2013 (durante todo o ano pastoral) com os Conselhos Pastorais de todas as paróquias do Algarve, os órgãos que têm como objetivo principal a definição da programação, da animação de uma paróquia, bem como a coordenação, revisão e informação da totalidade da ação pastoral da mesma, em estreita colaboração com o pároco.

O primeiro desses encontros teve lugar no passado sábado (19 de janeiro) e congregou todos esses órgãos das paróquias da zona de Portimão, mais precisamente de Lagoa, Monchique e Portimão.

D. Manuel Quintas explicou nessa ocasião, que esta iniciativa é motivada pela celebração dos 50 anos do Concílio Vaticano II. “É a doutrina conciliar que proporcionou à Igreja a criação destes órgãos colegiais”, lembrou o prelado, que sublinhou a “nova visão da Igreja surgida no Concílio” e manifestou o seu “apreço” pelo “serviço” de quantos fazem parte destes órgãos paroquiais. “Espero que este encontro vos estimule ainda mais nesse serviço. As vossas paróquias precisam da vossa colaboração. É imprescindível o vosso serviço, sobretudo porque assumis não ser membros passivos mas ativos”, complementou.

O bispo do Algarve lembrou que os conselhos económicos paroquiais, – que devem ser constituídos no mínimo por três e no máximo por seis elementos escolhidos pelo pároco –, são obrigatórios. “Têm de ser pessoas, técnicos até, que o ajudem a administrar os bens da paróquia. O conselho pastoral é mais importante do que o económico porque define a vida da comunidade, só que não é obrigatório. As leis da Igreja obrigam à constituição do conselho económico por causa de defender e preservar o património”, complementou D. Manuel Quintas, lembrando que este órgão deve ser renovado de cinco em cinco anos e elaborar um inventário com os “bens móveis e imóveis” para transmitir ao conselho seguinte.

O prelado lembrou que “o Conselho Pastoral representa a comunhão da própria paróquia” e, por isso, deve ter “representantes de todos os serviços e ministérios” da comunidade. D. Manuel Quintas explicou que estes órgãos colegiais são consultivos, de apoio ao pároco, embora para algumas decisões possa ser pedido até o “parecer” ou o “voto” dos conselheiros. “Tem a finalidade de ajudar o pároco a tomar as decisões mais acertadas e oportunas para o crescimento da comunidade, a estimular e coordenar a ação apostólica”, sustentou, lembrando que os membros dos conselhos pastorais e dos conselhos económicos “são gente que presta um serviço que exprime a dimensão de umaIgreja ministerial”.

O encontro contou com a participação de cerca de 80 pessoas e realizou-se no salão da paróquia de Nossa Senhora do Amparo, em Portimão.

Os próximos encontros com os Conselhos Pastorais Paroquiais têm continuidade nas seguintes datas:

  • no dia 16 de fevereiro em Almádena para as paróquias dos concelhos de Lagos, Vila do Bispo e Aljezur, que pertencem à vigararia (circunscrição eclesiástica da qual fazem parte várias paróquias) de Portimão;
  • no dia 16 de março para as paróquias da zona da Guia, vigararia de Loulé;
  • no dia 20 de abril para as restantes paróquias da vigararia de Loulé;
  • no dia 27 de abril para as paróquias da vigararia de Faro;
  • no dia 25 de maio para as paróquias da vigararia de Tavira.

Texto: GIDAlg/A Folha de Domingo

Foto: PlanetAlgarve

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