Lagoa

Espeleólogos alertam para abandono e vandalização das grutas algarvias

LUSA – O presidente do Centro de Estudos Espeleológicos e Arqueológicos do Algarve (CEEAA) alertou hoje para a vandalização e o estado de abandono em que estão parte das mais de 200 grutas existentes no barrocal algarvio.

Foto Geonauta

Foto Geonauta

Restos de fogueiras que tingiram o interior das grutas de negro, inscrições nas paredes, garrafas de vidro partidas, lixo e estalactites e estalagmites partidas são alguns dos vestígios da vandalização visíveis na gruta da Salustreira Menor, na Fonte da Benémola, Loulé, que em tempos acolhia uma comunidade de morcegos, praticamente extinta.

Segundo contou à agência Lusa o espeleólogo João Varela, as grutas algarvias que estão em maior risco de conservação são as da Fonte da Benémola, em Querença, a de Algar dos Mouros, em Salir, que está em risco de derrocada, a da Igrejinha dos Soídos, em Alte (as três no concelho de Loulé) e ainda a gruta de Ibne Amar, em Lagoa.

Categories: Lagoa, Loulé

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.