A cantora Teresa Salgueiro irá apresentar a oratória «Cânticos da Tarde e da Manhã» na Sé de Silves, no próximo dia 25 de abril, com início às 21h30.
A antiga vocalista dos “Madredeus” interpreta, neste projeto que resulta de uma ideia em parceria com o Seminário de São Paulo de Almada, alguns dos mais belos hinos da Liturgia das Horas da Igreja. Acompanhada por um acordeão de concerto (Marlon Valente) e por um contrabaixo (Óscar Torres).
O concerto da Sé de Silves terá um bilhete de 10 euros. O CD, no valor de 5 euros, estará disponível para aquisição, podendo também ser adquirido na Loja Online dos Bens Culturais da Igreja.
Mais sobre o CD «Cânticos da Tarde e da Manhã»
Intérpretes: Teresa Salgueiro (voz) / Carisa Marcelino (acordeão de concerto) / Óscar Torres (contrabaixo) / Participação especial de seminaristas de Almada
Editado em Almada: Seminário de S. Paulo de Almada, 2013
«Os dois grandes tempos diários de oração da Igreja católica – Laudes, pela manhã e Vésperas, à tarde – iniciam-se com hinos, que neste disco são denominados “cânticos”. Trata-se de textos poéticos que a liturgia universaliza, enquanto que as melodias são assinadas por reputados compositores de música sacra. Parte dos poemas de Laudes e Vésperas foram adotados em todo o mundo, embora tenham sido traduzidos e adaptados em cada país, enquanto que outros são originários de escritores nacionais, cruzamento presente neste CD, que inclui poetas da grande tradição cristã universal e autores maiores de várias épocas da literatura portuguesa».
(Pe. Rodrigo Mendes, Vice-Reitor do Seminário de Almada)
- Prelúdio
- A vós, ó Verbo eterno, luz bendita (Manuel de Jesus Ferreira – séc. XX)
- Vão-se as sombras da noite dissipando (versão do hino em latim Ecce iam noctis tenuatur umbra – séc. VII-VIII)
- Vós, Senhor, que a luz criastes (versão do hino em latim Lucis creator optime, de autor anónimo)
- Eterno Criador do universo (versão de David Mourão-Ferreira do hino em latim Aeterne rerum conditor, de Santo Ambrósio – séc. IV)
- Fonte de luz, ó Deus, sumo esplendor (versão do hino em latim Luminis, lux et origo lucis, de Alcuíno – séc. VIII)
- Desponta a aurora no céu (versão brasileira do hino em latim Aurora iam spargit polum)
- Ó luz da eterna formosura (António Correia de Oliveira)
- Ó noite, trevas e nuvens (versão do hino em latim Nox et tenebrae et nubila, de Aurélio Prudêncio – séc. IV)
- Lentamente o sol se apaga (versão do hino em latim Sol, ecce, lentus occidens, de autor anónimo – séc. XX)
- Com o sol que se levanta (versão do hino em latim Iam lucis orto sidere, de Santo Ambrósio – séc. IV)
- Deus que fizestes o dia (versão do hino em latim Deus qui claro lumine – sécs. VII-VIII)
- Ó Deus autor da luz (versão do hino em latim Deus qui coeli lumen est – sécs. VI-VII)
- Vimos ao cair da noite (A. Moreira das Neves – séc. XX)
- Deus fez brilhar em nós a sua luz (Autor anónimo)
- Luz esplendente da santa glória (hino primitivo da Igreja Grega e hino de S. Gregório de Nazianzo – séc. IV)
- Que salmos ou que versos cantaremos (Diogo Bernardes – séc. XVI)
- Morada eterna do Altíssimo (João Mendes – séc. XX)




