Quarteira

“Dar Vida ao Nelson” com jantar solidário promovido pelo Restaurante Cais 10, em Quarteira

O Restaurante Cais 10, em Quarteira, organizou ontem à noite, dia 26 de fevereiro, um jantar de solidariedade para ajudar Nélson Cebola Galego, em luta contra um cancro agressivo, diagnosticado há pouco mais de um ano.

O jantar teve um custo de 25 euros por pessoa, sendo que a maior parte da verba reverteu a favor de Nélson. O doente, de 42 anos e residente em Almancil, tem lutado contra um linfoma não Hodgkin difuso desde janeiro de 2017, um tipo de cancro agressivo que se estendeu aos pulmões e perto do coração. Apesar de ter sido acompanhado pelo Instituto Português de Oncologia, em Lisboa, está neste momento a receber tratamento paliativo. A família está a tentar angariar 500 mil euros para que Nélson Galego receba um tratamento de terapia de células CAR-T, que é feito apenas nos Estados Unidos.

Durante o jantar foram ainda sorteadas rifas para angariação de mais fundos para o Nelson, cujos prémios foram almoços duplos, numa cortesia  do anfitrião, o conhecido Chef Ângelo, participante no programa televisivo MasterChef PT2014.

Esta iniciativa foi apenas uma de muitas outras já promovidas e outras já agendadas com o objetivo de alcançar este objetivo.

O serão, que contou com a presença de 50 pessoas, entre as quais o presidente da Junta de Freguesia de Quarteira, Telmo Pinto, teve animação musical de Rui Sá Jr. e ainda a participação, extra programa, de Francisco Ricardo e Pedro Monteiro.

Em declarações ao PlanetAlgarve, Nelson revelou que, “neste momento, estou a receber um tratamento de quimioterapia para atenuar o meu linfoma que está ou não a aumentar. Estou à espera de respostas de hospitais nos EUA, onde existe uma troca de informação entre laboratórios clínicos e a minha esposa está a acompanhar essa situação, recolhendo informação e traduzindo documentos. Em relação ao IPO, não há nenhum seguimento em termos de tratamentos. Em Portugal não existe o tratamento que eu necessito e os próprios médicos do IPO reconhecem que esse tratamento é necessário. Trata-se do CAR-T Cell, um tratamento muito recente e muito inovador. É o único passo que eu tenho para dar neste momento para me salvar. No entanto, este tratamento tem custos muito elevados e, infelizmente, estamos num país onde temos de pagar tudo, é incomportável”.

Brevemente a entrevista completa.

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Por: Jorge Matos Dias / PlanetAlgarve

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