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LOULÉ | Empresa na Franqueada parada à espera de seguro

Incêndio destruiu recheio de armazém na Franqueada. Seguradora diz que foi fogo posto, contrariando o relatório do MP que diz ter sido acidental.

Aníbal Caveirinha explica que investigação concluiu que incêndio na empresa do filho foi acidental

Aníbal Caveirinha explica que investigação concluiu que incêndio na empresa do filho foi acidental

Há um ano, o armazém da empresa Visantebel, na Franqueada, Loulé, ardeu durante a madrugada, com o recheio a ficar totalmente destruído. O proprietário está agora em conflito com a seguradora, que defende que foi fogo posto, contrariando o relatório do Ministério Público – que diz que foi acidental. Em causa está uma indemnização de aproximadamente 80 mil euros.

“Ficámos sem trabalho porque as máquinas foram destruídas e os quatro funcionários foram para o fundo de desemprego. Estamos à espera da indemnização para recuperarmos o negócio”, conta ao CM Aníbal Caveirinha, pai de Tiago Feliciano, que é o proprietário da empresa de construção civil. O filho, entretanto, teve de emigrar para a Suíça, à procura de emprego.

O incêndio ocorreu a de 16 de setembro de 2012. Aníbal Caveirinha conta que, em novembro desse ano, receberam uma carta da seguradora Allianz a defender que o incêndio tinha sido intencional, com uso de combustível. Mas, já em abril deste ano, receberam um documento do Ministério Público, onde se lê que as investigações da PJ concluíram que o incêndio foi acidental, devido a uma sobrecarga elétrica. “Contactei a seguradora mas continuam a não me dar ouvidos. Meti-os em tribunal”, diz. A Allianz também não respondeu ao pedido de informação enviado pelo CM.

Fonte: Tiago Griff / CM

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