Ocorrências

LOULÉ | Dor e consternação no funeral de Andreia Revéz

Centenas de pessoas marcaram presença na despedida à estudante Andreia Revéz, em Loulé

Estudantes da Lusófona abriram o cortejo fúnebre

Estudantes da Lusófona abriram o cortejo fúnebre

Dor e consternação. Foram estes os sentimentos visíveis na face de centenas de pessoas que estiveram no sábado em Loulé, no último adeus a Andreia Revéz, 21 anos, uma das seis estudantes que perderam a vida na praia do Meco, no passado dia 15.

Familiares, amigos, colegas da equipa de râguebi onde Andreia jogava e ainda da Universidade Lusófona prestaram a última homenagem à jovem na Igreja Matriz de Loulé, que foi pequena para todos. Após a cerimónia, foram colegas universitários da Lusófona, onde Andreia estudava Engenharia Biotecnológica, a transportar a urna para o carro funerário, enquanto outros estudantes de capa e batina colocaram as respetivas capas no chão, numa última homenagem.

Foram também os estudantes universitários a abrir o cortejo fúnebre, em ambiente de grande tristeza, ladeando a família mais próxima da jovem, em direção ao Cemitério de Loulé, onde Andreia Revéz foi enterrada. A jovem era vista por todos como “bem educada, humilde, boa aluna e uma atleta exemplar”. Praticou râguebi durante vários anos no Rugby Clube de Loulé e chegou a estar inscrita pelo Benfica quando se mudou para Lisboa.

Segundo o CM apurou, a tragédia abalou muito os avós paternos, com quem a jovem vivia desde criança em Cerro Guerreiro, perto de Loulé, depois de há cerca de três anos o pai de Andreia Revéz ter perdido a vida após um acidente de moto.

Fonte: Pedro F. Guerreiro / CM

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